Autoradmin

Home/Artigos Postados Por admin (Page 5)

WhatsApp vai começar a exibir anúncios para os usuários

O que há muito tempo era especulado vai se concretizar este ano. Em entrevista ao jornalista Filipe Vilicic da VEJA, Matt Steinfeld, novo diretor de comunicação global e porta-voz do WhatsApp, anunciou que em 2016 o aplicativo vai iniciar a veiculação de publicidade. O executivo ainda adianta que os anúncios – a exemplo do Facebook, que comprou o aplicativo – vai usar informações dos usuários para fazer a segmentação.

A discussão é antiga em torno de como o WhatsApp, que custou quase 20 bilhões de dólares ao Facebook, iria monetizar sua atividade. O aplicativo tem atualmente 1 bilhão de usuários. A dúvida agora fica por conta do formato que os anúncios terão (façam suas apostas nos comentários).

Além disso, Matt Steinfeld declarou que um dos focos de crescimento do WhatsApp é o Brasil, com investimento em tecnologia para enfrentar a lentidão da 3G e 4G daqui (uma das mais lentas do mundo). Tudo isso para garantir uma melhor experiência para os usuários.

O que a notícia significa para as empresas

Profissionais de marketing agora já precisam começar a pensar em campanhas e nas melhores estratégias para se fazer presente no aplicativo quando os anúncios começarem a pipocar. Não é novidade que muitas empresas já usam o WhatsApp como canal de atendimento e de vendas. Agora a missão é explorar o canal para anunciar de forma eficiente.

Fonte: LinkedIn
Josafá Rohde
Gerente de Marketing Digital na Pemavel Veículos

Leia Mais

Conheça os novos botões de ”Curtir” do Facebook

Não se assuste se as publicações no Facebook começarem a serem bombardeadas por carinhas amarelas com nomes engraçados como “Uau”, “Amei” e “Grr”. Desde a última quarta-feira (24), os usuários do Facebook no Brasil já estão fazendo mais do que “curtir” um post na rede social. O site liberrou as “reações”, botões em forma de emoji que expressam mais do que só a aprovação do “joinha”.

Depois de mais de um ano em desenvolvimento e mistério, o Facebook finalmente apresentou e começou a aplicar os novos botões de “Curtir” na rede social.
A partir de agora, você não vai apenas dizer se gostou ou não de fotos ou textões no site: as chamadas “Reactions” (“Reações”) são um menu de possibilidade que expandem os sentimentos que podem ser demonstrados na rede social.
Ao segurar o dedo no botão de “Like” (“Curtir”) do app do Facebook para dispositivos móveis ou deixar o mouse parado em cima da mão com o polegar para cima no desktop, o menu será expandido na hora. As novas opções são, além do Like, “Love”, “Haha”, “Wow”, “Sad” e “Angry”.

A rede social entende que a aceitação à novidade será um pouco complicada, já que altera uma função clássica do site. Porém, o Facebook alega que a novidade foi aprovada depois que a empresa ouviu usuários ao redor do mundo e notou que vários comentários já eram feitos com os adesivos (“stickers”) que expressavam emoções.

As “Reações” já estão disponíveis para todos os usuários ao redor do mundo, mas a ativação delas nas versões web e mobile não acontecerá em todos os países ao mesmo tempo. Por isso, fique de olho nas atualizações do seu tablet ou smartphone ou nas novidades da página no navegador.

Você pode ver outro comercial lançado pelo Facebook sobre a novidade clicando aqui

Fonte: Tecmundo

Leia Mais

Fintech: a nova leva de startups que invadiu o sistema financeiro

O mundo vem vivendo uma onda de digitalização, com acesso a informações de toda natureza e busca diária por otimização operacional e de negócios. É aí que surge as Fintechs, empresas que reúnem tecnologia e finanças de modo inovador para oferecer serviços financeiros de forma mais efetiva do que os provedores tradicionais, como os bancos.

Usar tecnologia a favor do cliente, oferecer conveniência e segurança a um preço justo. Você certamente já ouviu este discurso na publicidade dos grandes bancos. A diferença é que agora surge uma leva de empresas efetivamente capazes de entregar isso: as fintechs, startups que aliam finanças com tecnologia e oferecem soluções inovadoras para empréstimos, investimentos, organização e planejamento dos gastos. A principal vantagem destas startups ante os bancos tradicionais está na transparência e na obsessão pela desburocratização.

É tudo feito online, resolvido via aplicativos ou, se necessário, conversando com pessoas que não seguem os abomináveis roteiros pré-prontos do telemarketing. A estrutura enxuta e os recursos tecnológicos permitem que os preços dos serviços das fintechs sejam mais baixos. Muitas garantem suas receitas apenas com as taxas recebidas nas transações financeiras — vindas, por exemplo, da bandeira do cartão de crédito — sem cobrar nada dos clientes.

O terreno está fértil para essas iniciativas, que conseguem alcançar até mesmo clientes que estavam fora do sistema financeiro. O Banco Central aponta que cerca de 40% da população economicamente ativa do Brasil não tem conta em banco. Por ser altamente regulado, antigo e liderado por poucas instituições, o setor financeiro demorou mais para ser atingido pela onda das startups no Brasil — mas a hora chegou.

Eduardo Diniz, pesquisador da área de tecnologia bancária e educação financeira da Fundação Getúlio Vargas, aponta que as fintechs atraem estes clientes que não eram bancarizados. “Quem tem conta em banco não vai fechá-la para usar os serviços de fintech, mas há um público que começa a ter acesso só agora e quer estas soluções”, diz, apontando que o fluxo vem tanto da população de baixa renda sem histórico bancário, quanto dos jovens, que só agora começam a entrar neste universo. Entre os serviços das fintech estão meios de pagamento, crédito, seguros e poupança.

O Nubank permite que o cliente controle seus gastos no cartão de crédito (MasterCard) direto do celular.

Eduardo evita chamar este movimento de desbancarização, afinal, mesmo que não passe pelas instituições tradicionais, as pessoas estão acessando recursos do mercado financeiro. É apenas um caminho diferente. “Hoje trabalhamos com um pacote de assinatura em que você paga, mas não usa todas as soluções oferecidas pelo banco. Em uma analogia com o que vemos no setor da telefonia, a tendência é que a gente passe a trabalhar com um modelo similar ao do celular pré-pago, em que o cliente paga pelo que usa efetivamente”, afirma.

QUEM SÃO OS NOVOS PLAYERS

É justamente na linha de oferecer soluções específicas para que o cliente não arque com um pacote que não utiliza que atuam as fintechs. “As startups vão oferecer serviços de banco, não se tornar bancos”, diz Victor Waller Sadalla, responsável pelo marketing da Controly, que oferece um cartão pré-pago. Todas as despesas feitas com ele aparecem direto no aplicativo oferecido para o cliente. Ali os gastos são categorizados para que o consumidor entenda como está gastando e consiga poupar. Victor fala sobre o diferencial da startup:

Ele estima que, entre o download do aplicativo e a abertura da conta, não são necessários mais do que quatro minutos. “Não precisamos de um monte de documentos em papel. Hoje temos mais eficiência com robôs de verificação.” Todos os assuntos podem ser resolvidos pelo app, mas a startup também oferece um canal de comunicação por chat online, batizado de Judith (quem não lembra de Fabio Porchat indo às turras com o telemarketing na Porta dos Fundos?). Só que, diferentemente do vídeo, em que a atendente só consegue tirar o cliente do sério, na Controly o canal de comunicação é prioridade. “Vemos como parte central do negócio”, diz.

Victor, da Controly, que batizou seu canal de atendimento ao cliente por chat de Judith — uma ironia com o telemarketing tradicional.A empresa atende cerca de 5 mil clientes hoje, número conquistado no boca a boca. O crescimento acontece em paralelo ao ajuste do serviço ao mercado. “Queremos garantir mais liquidez. Hoje só é possível carregar o cartão com um boleto, que é algo ultrapassado. O plano é eliminar isso, facilitar transferências de contas de outros bancos”, aponta, indicando que, para oferecer o serviço que pretendem, as fintechs precisam lutar contra ineficiências já enraizadas no mercado.

Este também é um desafio enfrentado pelo Nubank, que atraiu 1,5 milhão de clientes organicamente, também sem esforço de marketing. A proposta é simples: um cartão de crédito sem anuidade, sem taxas indecifráveis, com atendimento eficiente e digital. A bandeira Mastercard garante a aceitação em milhões de estabelecimentos no mundo. A linguagem da empresa em qualquer comunicação é simples e informal. “O crescimento rápido do interesse pelo nosso produto mostrou o quanto as pessoas estão fartas dos formatos tradicionais. A experiência dos clientes é horrível, com juros e tarifas muito altas”, resume Cristina Junqueira, co-fundadora e vice-presidente de operações da empresa.

Este ano, o Nubank planeja atender a uma demanda comum dos clientes: um programa de fidelidade que ofereça milhagens ou outros benefícios. É aí que ficou evidente a diferença entre a fintech e as empresas tradicionais. “Seria fácil oferecer algo que o mercado já tem hoje, mas não é este o nosso interesse. Percebemos que não há valor para o cliente em programas que são caros e oferecem experiência ruim”, diz Cristina. Diante desta constatação, ela prossegue, o jeito é criar solução nova, simples e que realmente traga vantagens aos consumidores. “Estamos estudando algo inovador e teremos novidades.”

“As fintechs são o segmento mais quente entre as startups hoje”, afirma Felipe Sotto-Maior, cofundador e CEO da Vérios, plataforma de gestão de recursos para investimento em carteira administrada que acaba de entrar em fase beta, com cerca de 700 pessoas na lista de espera. Um serviço que tradicionalmente custa caro e, portanto, as instituições financeiras só oferecem para investimentos superiores a 1 milhão de reais. “Criamos um algoritmo e automatizamos a aplicação, com isso os clientes podem aportar valores a partir de 50 mil reais”, conta.

Felipe quer atrair os clientes que hoje não cuidam tão bem de suas economias justamente porque não conhecem um jeito seguro de fazer isso. A meta é atrair investidores que visam o longo prazo, não os especuladores. Depois de preencher rápido cadastro no site da Vérios, o consumidor é classificado com um nível de risco e encontra um gráfico que mostra a expectativa de evolução de seus investimentos em vários cenários. As reservas são aplicadas de forma equilibrada de acordo com o perfil, distribuídas entre renda fixa e renda variável. Felipe diz o que considera ser um diferencial de seu serviço:

O espanhol Sergio Furio, CEO do BankFacil, também considera o mercado nacional promissor. Ele trabalhava em um banco em Nova York quando encafifou com a ideia de repensar o crédito, facilitando a oferta com um produto que contasse com plataforma digital. Começou a pesquisar países que pudessem receber esta solução e topou com o Brasil. “Encontrei potencial enorme: uma economia grande, com 200 milhões de pessoas, mas com sistema bancário que cobra juros muito altos. Percebi ineficiência na concessão de crédito sem garantia, o que torna tudo mais caro”, diz.

Segundo ele, o BankFacil é uma plataforma que usa tecnologia de análise de dados para conseguir empréstimos com mais facilidade e a juros menores. O cliente coloca um ativo pessoal como garantia. Com isso, o sistema dá acesso ao crédito a um público que estava à margem desta oferta até então. A startup já facilitou o empréstimo e 100 milhões de reais, e 500 mil clientes consultam a plataforma mensalmente. Na prática, a empresa atua como parceira de outras instituições financeiras, como um intermediador, gerando negócios para os bancos com condições melhores para os consumidores. “O Brasil tem um mercado muito consolidado, com apenas cinco ou seis grandes bancos. O consumidor quer ter mais opções e, nesse sentido, somos amigos das instituições: temos um olhar mais fresco e claro para oferecer isso”, diz.

E O FUTURO É O FIM DOS BANCOS? PROVAVELMENTE NÃO

Há consenso entre as fintechs de que vai demorar para que elas incomodem de verdade os bancos, mas alguns efeitos já começam a acontecer. “Vemos uma mudança de linguagem de algumas instituições, tentando essa aproximação que temos dos consumidores”, conta Cristina, do Nubank.

Eduardo, da FGV, acredita que, em 10 anos, os bancos continuarão com grande poder no mercado, mas que os novos negócios trarão diversificação e mais alternativas para o cliente. Para ele, a grande possibilidade é de que os serviços financeiros também entrem na onda do “on demand” já verificada em tantos setores. Apesar disso, o especialista é cético sobre a possibilidade de que as transformações aconteçam rapidamente. “As startups ainda não mostraram do que são capazes neste setor, que é altamente regulado. O pagamento com cartão, por exemplo, demorou décadas para se popularizar”, compara. Felipe, da Vérios, entende que o processo é lento, mas pensa diferente:

Ele aponta que, para prosperar, as empresas terão de investir em informação clara e transparente, nada de cobrar taxas mais altas do que o acertado ou empurrar produto para bater meta. Victor, da Controly, concorda. Para ele, a tendência é de uma mudança na lógica com que os bancos trabalham hoje. “Eles acabarão adotando a filosofia das fintech, que colocam o usuário no centro de tudo. A tendência é ter os bancos no backstage e as startups na linha de frente, como começa a acontecer em alguns países”, aponta, citando o exemplo do espanhol BBVA, que comprou a Simple, plataforma que centraliza contas em um só cartão e categoriza gastos.

“Os bancos foram construídos décadas atrás, com plataformas limitadoras e ultrapassadas. Eles não conseguem mudar isso por terem muitos usuários, então poderão buscar parceiros”, afirma Victor. Ele admite que as fintechs nunca terão a capilaridade e o alcance das grandes instituições. Nesse cenário, a principal ameaça para os bancos tradicionais não parece ser a perda de mercado, mas acompanhar uma transformação aparentemente inevitável. “Não vejo um processo de desbancarização, mas sim de rebancarização. As pessoas estão descobrindo um novo jeito de fazer banking.” Não teremos saudades da Judith.

Fonte: Projeto Draft

Leia Mais

Facebook lança campanha de combate ao mosquito transmissor do zika vírus

O Facebook, juntamente com a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), lançou na segunda-feira (18) uma campanha online para ajudar no combate ao mosquito Aedes aegypti. A campanha, que na rede social usa a hashtag #saizika, quer conscientizar os usuários da rede social sobre os perigos do mosquito, que transmite doenças como a dengue, chikingunya e, agora, o zika vírus.

Com essa conscientização, espera-se que o combate ao mosquito transmissor de tais doenças seja intensificado, com mais pessoas eliminando focos de procriação do inseto. Atualmente, 199 municípios brasileiros encontram-se em situação de risco.

Para assistir os vídeos, basta entrar na página do Facebook Brasil:  www.facebook.com/FacebookBrasil

Fonte: Techtudo

Leia Mais

Extensão do Google Chrome faz os spoilers de Star Wars desaparecerem

Faltam poucos dias para a estreia de Star Wars: O Despertar da Força nos cinemas, e se você não pretende ou não puder ir nos primeiros dias, corre o risco de se deparar com spoilers.

Felizmente, para usuários do Chrome, há uma solução para isso. Uma extensão disponibilizada pelo desenvolvedor “maxt3r” protege as pessoas de se depararem com conteúdo “estraga prazeres”.

Uma vez instalado no navegador, a extensão detectará qualquer coisa que possa ser identificada como spoiler do novo filme de Star Wars. Uma tela de aviso então será exibida, com um botão que permite ver a página em questão, caso o usuário não se importe.

Conheça o Star Wars Blocker e instale a extensão anti-spoiler no seu Chrome.

Leia Mais

Após nascimento de filha, Mark Zuckerberg promete doar 99% de ações do Facebook

CEO da rede social criou um Instant Articles para divulgar o nascimento de sua filha Max e também a doação de 99% de suas ações do Facebook para a Chan Zuckerberg Iniciative, uma organização cujo objetivo é reunir pessoas em todo o mundo para promover o potencial humano e promover a igualdade para todas as crianças da próxima geração.

Em uma carta dedicada à recém-nascida Max, o casal diz que fará a doação – estimada em US$ 45 bilhões – com o objetivo de “fazer um mundo melhor para sua filha crescer”.

“Sua mãe e eu não temos palavras para descrever a esperança que você nos dá para o futuro. Você já nos deu um motivo para refletir sobre o mundo em que queremos viver”, escreveu o empresário.
Segundo o anúncio, Zuckerberg doará suas ações para a Chan Cuckerberg Initiative, uma organização que leva o nome de sua esposa e que tem por objetivo “avançar o potencial humano e promover igualdade para crianças das próximas gerações”.

O CEO do Facebook descreveu na carta o mundo onde quer ver sua filha crescer. “É um mundo no qual essa geração pode desenvolver o potencial humano e promover igualdade, curando doenças, personalizando o aprendizado, aproveitando energias limpas, conectando pessoas, construindo comunidades fortes, reduzindo a pobreza, promovendo direitos iguais e espalhando compreensão pelas nações”, afirmou.
“Nós daremos 99% das nossas ações do Facebook – que atualmente valem US$ 45 bilhões – durante nossas vidas para avançar nesta missão. Nós sabemos que isso é uma contribuição pequena perto de todos os recursos e talentos de outras pessoas que já trabalham para melhorar essas questões. Mas queremos fazer o que podemos, trabalhando juntamente com tantos outros.”

A carta destacou o papel importante da tecnologia para conseguir alcançar as metas do casal em “potencial humano e igualdade”.
“Boa parte das oportunidades melhores que aparecerão para a sua geração virão depois que todos tiverem acesso à internet”, afirmou Zuckerberg na carta para a filha.

 

Fonte: BBC Brasil

Leia Mais

Agora é possível assistir vídeos do Youtube em 360º pelo celular

Já está disponível no Youtube alguns vídeos utilizando a tecnologia que permite a gravação de vídeos em 360 graus.
Os vídeos com essa nova funcionalidade podem ser assistidos a partir do aplicativo do Youtube para Android.
Assim, os espectadores passam a assistir aos vídeos de uma forma mais interativa e real.

Por enquanto o app do YouTube funciona somente para Android, mas o recurso também está sendo desenvolvido para usuários iOS. Abaixo você pode conferir um vídeo postado nessa tecnologia através de um celular Samsug Galaxi.

Utilize as setas no canto superior esquerdo para decidir qual é o ângulo de câmera que você deseja conferir, ou utilize o mouse clicando e arrastando. O resultado é uma visão em 360 graus da cena.

Pelo celular ou tablet, basta mover a tela para assistir o ângulo preferido apontando para o lugar que desejar.

Bom divertimento!

Leia Mais

Marco histórico: 25% dos sites da internet são feitos em WordPress

Vivemos hoje um momento histórico em se tratando de  CMS (Content Management System), pois um em cada quatro sites da internet são feitos em WordPress, de acordo com o site W3Techs.

E a tendência é que essa porcentagem aumente ainda mais em 2016, diz Matt Mullenweg, fundador do Automattic (que oferece os blogs gratuitos da empresa).
Além disso, o WordPress é utilizado por quase 60% de todos os sites que utilizam o CMS.

 

Fonte: Tecmundo

Google Maps agora funciona offline.

O Google anunciou, nesta terça-feira (10), uma função no aplicativo do Google Maps que permite baixar mapas e ser guiado por voz sem precisar de internet móvel. Por enquanto essa função está disponível apenas para smartphones Android.

Nesta primeira versão, somente a navegação para carros terá suporte ao uso offline.
“Sem conexão, você poderá navegar pelo mapa, dar zoom, solicitar rotas e navegação curva a curva para carros. É quase como uma volta ao passado, é aquele seu primeiro GPS que não tinha internet”, afirmou Marcus Leal, gerente de Google Maps para a América Latina, durante um evento para jornalistas realizado na sede da empresa, em São Paulo. “Agora, você pode queimar o seu guia de ruas”, disse o executivo.

É possível também pesquisar estabelecimentos, como um bar ou restaurante, e ver as notas dadas por internautas mesmo quando você está desconectado. Entretanto, como não há conexão, informações sobre o trânsito em tempo real não são exibidas.

Fonte: Info/Exame.com

Leia Mais

Porque escolhemos o WordPress.

Por que nós usamos WordPress?

Aqui na Netuna, desde 2008 adotamos o uso do WORDPRESS como CMS de desenvolvimento de Websites institucionais, portais de conteúdo, blogs e até mesmo lojas virtuais.

Bom mas o que é um CMS e o como ele contribui para um VOCÊ cliente Final?

Autonomia, segurança e FLEXIBILIDADE!

É isto que damos aos nossos clientes através do uso deste CMS.

Em poucas palavras, um CMS é uma ferramenta que permite a um editor (usuário com acesso ao administrador de conteúdos de um site) criar, classificar e publicar qualquer tipo de informação em uma página web. Geralmente, os CMSs trabalham contra um banco de dados, de modo que o editor simplesmente atualiza um banco de dados, incluindo nova informação ou editando a existente.

A Flexibilidade e facilidade de uso do WORDPRESS nos convenceram de que isto seria bom para ambas às partes.

WordPress tem o seu início como uma plataforma de blogs em Maio de 2003 e evoluiu gradualmente, em primeiro lugar em um sistema de blogging que permite aos usuários adicionar páginas da Web fora do blog e, em seguida, em um CMS completo, popular. Dos três mais populares open-source CMSs do mercado  – WordPress, Joomla e Drupal – WordPress é ao mesmo tempo o mais popular e o mais rápido em crescimento, de longe, de acordo com rastreador de tecnologia Web W3Techs .

Veja aqui exemplos de sites que usam esta plataforma:

VOGUE USA – http://www.vogue.com/?us_site=y

REUTERS Blog – http://blogs.reuters.com/us/

TIME MAGAZINE – http://time.com/

NASA – Projeto Open Nasa http://open.nasa.gov/

GOOGLE VENTURES – http://www.gv.com/

THE NEW YORK TIMES COMPANY – http://www.nytco.com/

Desde 2008 seguimos explorando cada vez mais esta ferramenta que segue crescendo e conquistando a cada dia mais e mais admiradores.  Nos próximos  posts  vamos abordar sobre as vantagens do uso de wordpress como ferramenta de criação de sites. Fique ligado! Precisa de criação ou adaptações em seu site de wordpress? Ligue 31 25117132 em BH ou 38226770 em Ipatinga! Ou mande um email através de nosso form!

Leia Mais

O que é Google AD Words?

Você sabe o que é o Google AD Words?

Segundo a Wikipedia, Google AD Words é ” … o serviço usa o sistema de publicidade por Custo por Clique (CPC) e (CPM) que consiste em anúncios em forma de links encontrados, principalmente, nos mecanismos de pesquisa relacionados às palavras-chave que o internauta está pesquisando. Sendo um modo de adquirir publicidade altamente segmentada independentemente de qual seja o orçamento do anunciante. “

Publicidade segmentada? Custo por clique? 

Sim! O Google AD Words é a plataforma de anúncios do Google que possibilita à sua empresa criar anúncios relacionados a termos de pesquisas na plataforma de busca ou segmentados por perfil de usuário e tipo de conteúdo nas demais redes de display do Google como youtube e nos portais parceiros do Google.

Hoje, vou falar da forma mais comum de anúncios, feitos diretamente na REDE DE PESQUISAS GOOGLEA rede de pesquisas consiste no buscador principal Google e alguns sites agregados parceiros do Google como o AOL. Partirei aqui do principio de que todos sabem o que é o buscador do Google, OK?!

Bom, ao realizarmos uma pesquisa de produto ou serviço, os resultados que nos são mostrados são ranqueados de cima para baixo pelo próprio Google conforme diversos fatores de relevância e qualidade avaliados por ele. Desta forma, um site ou produto novo, uma nova marca de tênis, por exemplo, que tenha colocado seu site no ar, muito provavelmente demoraria muito tempo para aparecer  dentre os primeiros resultados de forma “orgânica”, sou seja, sendo relacionada a termos de busca como “tênis de corrida” ou “tênis casual”

Ai entram os anúncios. Eles são aqueles primeiros resultados que aparecem e onde podemos literalmente “pagar para aparecer antes”. Fazendo estes anúncios, garantimos que a pessoa que busque por uma característica de meu produto dentro de uma determinada área segmentada que pretendo atender, veja meu anuncio, clique e vá até meu site. Isto aumenta em muito minhas chances de realizar a venda virtual daquele meu novo modelo de tênis, de meus cursos ou serviços … enfim, de praticamente qualquer tipo de produto ou serviço que queira anunciar.

As duas grandes vantagens deste tipo de anuncio são:

1 – Você só paga pelo clique. Desta forma você consegue mensurar de forma exata seus investimentos, analisando o que lhe da mais retorno. Sem dispersões.

2 – Os anúncios são muito mais segmentados e assertivos. Aqui, meu cliente potencial JÁ ESTÁ BUSCANDO POR UM PRODUTO OU SERVIÇO COMO O MEU! Assim , a chance de eu entregar o produto/serviço certo na hora certa é muito maior (Lembram dos 4 p´s de Marketing do kotler??)

Hoje, qualquer pessoa que tenha um site pode anunciar no Google. E pode, inclusive fazê-lo diretamente com a plataforma. A NETUNA é uma agencia Parceira com profissionais certificadas pelo Google credenciados e treinados a gerenciar este tipo de campanha, maximizando os ganhos e as conversões dos clientes com o mínimo investimento necessário.

Ficou interessado em saber mais? Então vamos conversar. Faça-nos um contato e teremos prazer em lhe explicar mais e te ajudar a transformar definitivamente seu website em uma plataforma de vendas para sua empresa, produto ou serviço.

Um grande abraço da Equipe NETUNA e nos vemos num próximo artigo

 

 

Social Ads (Youtube, Facebook, Spotify, Google ou Instagram). Descubra qual é a rede social mais adequada para seu negócio.

Como anda sua presença digital nos Social Ads? Social Ads são anúncios em redes sociais que já estão muito difundidos em usuários de smartphones e tem se mostrado muito eficazes.

Mas saber seus objetivos e metas e, onde você se encaixa melhor, é um ponto chave para o sucesso de suas campanhas.

Youtube, Facebook, Spotify, Google ou Instagram?! Descubra qual é a rede social mais adequada para seu negócio.

Desde que o Instagram passou a veicular anúncios, o mercado tem mais uma opção de mídia para mostrar sua marca. Como escolher entre tantas opções?

VEJA ESTA TABELA COMPARATIVA

tabela-redes

Após meses de estudo, o Instagram, rede social que permite o compartilhamento de fotos, passou a veicular anúncios digitais. Com 300 milhões de usuários em todo o mundo, a mídia segue os passos de Facebook, Google e Youtube, que também vislumbraram nas campanhas online uma nova fonte de receita. Com tantas siglas, meios e conceitos podem surgir dúvidas aos empresários na hora de investir. Descubra quais são as redes sociais mais adequadas ao seu negócio.

Crédito: Divulgação

* Thiago Regis é Diretor de Arte e Novos Negócios da Pílula Criativa, agência especializada em campanhas online e offline

Ps: Se você ainda não investe em marketing de conteúdo e social ads para expandir sua presença de negócios no mobile saiba que  pode melhorar sensivelmente sua presença na Web. Solicite a uma ligação de nossos consultores. Entre em contato com a NETUNA

Leia Mais
Me chame no Whatsapp Agora!