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Papeli – Papelaria e Artesanato

No ar mais um projeto desenvolvido pela Netuna Digital, o site da Papeli – Papelaria e Artesanato.
A Papeli é uma distribuidora de papéis de várias marcas e modelos. Trabalha com papéis fotográficos, color plus, criacor, papéis metalizados, fluorescentes, reluzentes e tudo o que sua criatividade desejar! Possuí entrega ágil e fácil.
Pelo site é possível comprar os produtos do conforto da sua casa com a confiança da qualidade e segurança Paleli.

O site foi desenvolvido com e-commerce em plataforma WordPress com reformulação da usabilidade e da identidade visual da Loja Papeli.
Desejamos boas vendas à Papeli e esperamos continuar nossa parceria por muitos anos.

Confira: www.lojapapeli.com

C.E.D – Pró-Implante

Acaba de entrar no ar mais um projeto desenvolvido pela Netuna Digital, o site da C.E.D – Pró-Implante.
A Clínica Estética Dentária Pró Implante fundada há 20 anos dispõe de doutores, mestres e especialistas em Implantodontia, Ortodontia, Cirurgia Bucomaxilofacial, Próteses fixas e removíveis, Periodontia e Estética dental. Conta com uma equipe de especialistas que aplicam todo seu conhecimento para realizar um correto diagnóstico e assim planejar opções de tratamentos eficientes.

A Netuna desenvolveu 100% do projeto, desde a concepção da identidade visual, programação do site em WordPress com recursos de captura de leads e em breve, estaremos lançando as campanhas de divulgação através do Google Adwords. 

Confira em: www.cedproimplante.com.br

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FIT – O Festival Internacional de Teatro Palco & Rua de Belo Horizonte.

Acaba de entrar no ar mais um projeto desenvolvido pela Netuna Digital, o FIT – O Festival Internacional de Teatro Palco & Rua de Belo Horizonte. É um evento muito importante para a cidade, pois é considerado um dos maiores festivais internacionais de teatro do país e um dos cinco principais da América Latina.

Realizado a cada dois anos, o FIT oferece programação em teatros, com preços populares, e em parques e praças, gratuitamente. Espetáculos de diferentes nacionalidades são apresentados ao público, desenhando uma programação diversificada. São 22 anos de muita arte. O 13º Festival Internacional de Teatro, Palco & Rua de Belo Horizonte acontecerá de 20 a 29 de maio de 2016 em vários locais da cidade.

A Netuna desenvolveu todo o projeto, desde a parte visual, programação web, agenda, etc.

Confira em: www.fitbh.com.br

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Instagram terá ferramenta para perfil de empresas

Para quem usa o Instagram para promover seus negócios, uma nova ferramenta da rede social ajudará a conectar empresas com seus potenciais clientes.

O Instagram está testando um novo perfil corporativo que terá um botão de “contatos” para facilitar a comunicação entre os vendedores e seus clientes.
Os perfis, vazados pelo site later.com, mostram informações de e-mail e localização das empresas, assim como informações básicas sobre os negócios.

Os planos do Instagram, no entanto, podem ser ainda maiores: aparentemente, a rede social ajudará a promover determinados tipos de produto.

 

Fonte: Forbes

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Kiddle, o buscador infantil do Google

O Google lançou recentemente uma solução para os pais que ficam preocupados com a segurança de seus filhos enquanto navegam na internet. O “Kiddle“, como foi batizada a plataforma, é basicamente uma versão do buscador da gigante para as crianças.

O sistema de buscas veta qualquer possibilidade de acesso dos pequenos aos conteúdos adultos que inundam a “internet de gente grande”.
A página segue um layout bastante parecido o Google original, mas devidamente inserido em sua proposta, com um robô que funciona como um “guardião” do buscador e outros infantis ilustrativos.
Os algoritmos utilizados na ferramenta fazem uma triagem que exibe apenas conteúdos “comportados” para os mini usuários, ainda que a palavra buscada tenha algum tipo de assunto indevido relacionado, e barra temas que considera inapropriados para o público.

O visual é divertido e permite encontrar resultados na web, imagens, notícias e vídeos. Caso a criança busque palavras inapropriadas, aparecerá um alerta na tela do PC.

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Com visual e desenvolvimento pensado para mostrar apenas conteúdos adequados, o Kiddle pode ser acessado pelo navegador web do computador ou no celular pelo endereço (www.kiddle.co). O mascote é um “robô” virtual e a interface, amigável e colorida, está disponível apenas em inglês. Segundo o site, os resultados ocultam opções enganosas ou com material para adultos como nudez, violência, drogas e outros assuntos muito populares em toda a rede.

Fonte: Manka / A Rede Educa

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Google inaugura própria divisão de hardware

O Google vai criar uma divisão de hardware, que será responsável por produtos como a linha Nexus, Chromebook, Chromecast, Google Glass e outros dispositivos.

O chefe da nova área será Rick Osterloh, que deixou o Google quando a Motorola foi vendida à Lenovo, e retorna agora.

Além do Nexus e do Chromebook, a divisão de hardware, ainda sem nome, vai chefiar o ATAP, laboratório experimental do Google. Haverá também um conjunto de produtos chamados de “living room”, o que indica que a companhia deve desenvolver dispositivos inteligentes para a casa.

A confirmação dessa notícia foi feita pela própria Google ao Re/code, mas ainda não foi feito um anúncio oficial dessa novidade. Também não sabemos como deve se chamar essa nova divisão, nem se ela desenvolverá e fabricará de fato todos os produtos de hardware, deixando as atuais parceiras no escanteio.

Fonte: Olhar Digital

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WhatsApp libera compartilhamento de documentos do Office

O WhatsApp começou a liberar nesta quinta-feira (14) o compartilhamento de documentos do Pacote Office –Word, Excel e PowerPoint. Embora a empresa ainda não tenha feito o anúncio oficial, a novidade já está disponível para muitos usuários do Android e do iOS.

O recurso de compartilhamento de dados foi incluído na plataforma no início de março, antes restrito a arquivos no formato PDF. A opção pode ser encontrada no ícone de anexo ao lado de outros tipos de compartilhamento, como foto, vídeo, contatos e localização, por exemplo.

É possível selecionar documentos tanto armazenados nos dispositivos como em nuvem, incluindo o Google Drive, Dropbox e iCloud Drive. Vale lembrar, no entanto, que para conseguir abrir os documentos dos formatos Office em seu smartphone é preciso ter aplicativos específicos.

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A novidade não foi disponibilizada na versão web do aplicativo, que só permite o compartilhamento de vídeos e fotos.

 

Fonte: Uol

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Instagram vai adicionar canais de vídeo na seção ‘explorar’

App terá canal personalizado chamado ‘vídeos que você pode gostar’.
Por enquanto, atualização só estará disponível nos Estados Unidos.

O Instagram está atualizando sua seção “explorar” para adicionar canais de vídeo que serão exibidos de acordo com as preferências dos usuários.

A ferramenta terá um canal personalizado chamado “vídeos que você pode gostar”, que vai coletar vídeos da comunidade global do Instagram e também incluirá uma coluna de “destaques”, que mostrará vídeos sobre tópicos específicos, disse o Instagram.

Por enquanto, a atualização só estará disponível nos Estados Unidos, disse o Instagram nesta quinta-feira.

Fonte: G1

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WhatsApp começa a identificar conversas com criptografia

Uma atualização do comunicador WhatsApp passou a identificar o uso de criptografia nas conversas realizadas pelo aplicativo. Nada muda para quem usa o programa, mas as conversas criptografadas trafegam de maneira “embaralhada” pela internet, de tal maneira que nem mesmo um grampo policial é capaz de enxergar o conteúdo do bate-papo e dos arquivos que são transferidos.

É possível perceber a mudança com um aviso que agora aparece nas conversas: “as mensagens que você enviar para esta conversa e chamadas agora são protegidas com criptografia de ponta-a-ponta”. Essa segurança é parecida com a utilizada em comunicações militares sigilosas.

A novidade vale para todas as versões do aplicativo, em todas as plataformas. Ou seja: não importa se você usa Android, iOS, Windows Phone, BlackBerry ou até mesmo um celular antigo da Nokia. O aplicativo até mesmo começou a avisar sobre a proteção das conversas, como mostra a captura abaixo.

Aviso de criptografia em conversa do WhatsApp. (Foto: Reprodução)

A criptografia forte começou a ser implantada em 2014, mas ainda restrita, funcionando apenas com alguns dispositivos e em situações específicas. Agora vale para tudo. Além disso, os usuários também não sabiam exatamente quando o recurso estava ativo ou não, o que tornava a tecnologia pouco confiável do ponto de vista dos mais conscientes da privacidade digital. Desde então, o aplicativo foi gradualmente expandindo a proteção às mensagens para cada vez mais usuários.

Assim, o app deve continuar no caminho de autoridades em investigações policiais. Nos últimos meses, a Justiça brasileira encontrou problemas com o serviço, que não só não guarda as mensagens dos usuários como também as codifica, tornando inviável recorrer a elas no caso de uma investigação criminal. Isso fez com que o aplicativo fosse temporariamente bloqueado no país no ano passado e causou a prisão de um executivo do Facebook. Ao mesmo tempo, a criptografia é indispensável para garantir a segurança do conteúdo das mensagens, para garantir que ela não seja interceptada pelo cibercrime ou mesmo por espionagem ilegal.

No entanto, não é só o Brasil que enfrenta problemas com a criptografia. Recentemente, o FBI entrou em uma batalha jurídica com a Apple nos Estados Unidos pelo desbloqueio do iPhone de um terrorista envolvido no ataque em San Bernardino, na Califórnia. O FBI pedia que a empresa propositalmente enfraquecesse as defesas do iPhone, enquanto a empresa se negava terminantemente a cumprir a ordem. No fim das contas, o FBI conseguiu hackear o aparelho sem a ajuda da companhia.


Fonte: Fonte G1 e Olhar Digital

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Como o trabalho do centro do Google em MG influencia resultados de buscas

Muitas empresas acabam escolhendo São Paulo ou Rio de Janeiro para se instalar. O Google resolveu investir em Belo Horizonte, e a história por trás disso é bem interessante, relacionada ao início da era das buscas no Brasil.

Uma de cada dez buscas que uma pessoa de qualquer lugar do mundo faz no Google tem um pedaço do código desenvolvido pelo centro de engenharia da empresa em Belo Horizonte, que foi reinaugurado nesta segunda-feira (4) em um prédio maior.

O centro em Belo Horizonte foi fundado em 2005, depois da aquisição de uma pequena empresa criada por professores da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), a Akwan, que desenvolveu um buscador voltado para a web brasileira e chamou a atenção do Google.

“Perto da nossa abertura de capital em 2004, percebemos que nem todos os melhores cérebros do mundo moravam em Mountain View”, brinca Luiz André Barroso, um dos principais engenheiros brasileiros na sede da empresa e que foi, por algum tempo, o único engenheiro nascido no Brasil no Google. Ele foi um dos responsáveis por propor um centro de engenharia no país, mais especificamente em Belo Horizonte.

“Aqui tinha essa empresinha chamada Akwan e, de repente, ela tinha 25% do mercado de buscas no Brasil, rivalizando com o próprio Google”, conta.

Quase 11 anos depois, depois da compra da Akwan, o trabalho do Google cresceu na capital mineira e o novo espaço –com mesas de ping pong, videogames, estúdio de música, “quartos de soneca” e parede de escalada– foi criado para possibilitar a expansão da empresa. A meta é dobrar a equipe atual de 110 engenheiros, de sete países, que trabalham principalmente no coração da companhia: o sistema de buscas.

Todas as buscas feitas no Google em qualquer lugar do mundo são influenciadas por projetos lançados pelo centro brasileiro. Segundo Berthier Ribeiro-Neto, um dos fundadores da Akwan e hoje diretor de engenharia para a América Latina do Google, uma em cada dez buscas tem códigos escritos pelo time que trabalha na cidade.

Foram os engenheiros de BH, por exemplo, que desenvolveram boa parte da chamada “local search” (ou pesquisa local), que dá ao usuário detalhes de estabelecimentos próximos a ele, como o número de telefone, localização e horário de restaurantes e lojas. “Sempre que a informação de um mapa enriquece a busca, nós estamos por trás”, conta Bruno Pôssas, engenheiro que lidera a equipe de buscas.

BUSCAS

O sistema de pesquisa local procura auxiliar principalmente o usuário de smartphone (hoje, 50% das pesquisas no Google são feitas pelo celular), que faz buscas com uma linguagem mais coloquial. Até pouco tempo atrás, o sistema não conseguia responder buscas correlacionando o nome popular com o nome oficial de um local, como “estádio do São Paulo” e “Estádio Cícero Pompeu de Toledo” ou ainda “estádio do Morumbi”.

Em Belo Horizonte, também foi desenvolvido um trabalho para que o buscador entenda que dois termos diferentes (não necessariamente que nomeiam lugares) na verdade significam a mesma coisa, é o caso de molho béchamel e molho branco. Ou “receitas de molho béchamel” e “como fazer molho béchamel” –para os dois casos, o Google apresenta os mesmos resultados. Há alguns anos atrás isso não era possível.

“A sintaxe é diferente, mas o sistema já entende que a intenção é a mesma”, explica Camila Matsubara, engenheira de software da empresa.

E a intenção do usuário é o que o Google quer entender cada vez mais. Os engenheiros do centro repetem, quase como um bordão, que querem sempre “melhorar a busca”.

Em alguns casos, isso significa oferecer logo de cara informações básicas sobre um lugar, como o telefone ou o endereço. Em outros, fazer o sistema entender cada vez mais termos que se relacionam (como ao buscar “Belo Horizonte”, são dois termos que o sistema precisa compreender como uma unidade).

“Quando você faz uma consulta, o que você está pensando? Depende da busca, você pode responder. Se eu tivesse um telefone para ligar e perguntar o que você está pensando no momento da busca ajudaria muito”, brinca Berthier.

“A questão é que o resultado é gerado com base na consulta, mas a consulta nem sempre é a intenção do usuário.”

É mais difícil do que parece. O universo de trabalho do Google são cerca de 60 trilhões de páginas (endereços únicos), que são coletadas por um robô para depois serem armazenadas em um índice de 100 milhões de Gbytes.

“Quando você faz uma busca, vamos nas caixinhas dos termos usando mais de 200 sinais –como a qualidade da página, a data de publicação e o contexto do usuário, como a localização- para responder em um oitavo de segundo”, explica Hugo Santana, engenheiro de software

Só no ano passado, foram geradas cerca de 300 melhorias para o algoritmo de busca. O centro de Belo Horizonte conta com a segunda melhoria mais positiva de um ranking global interno da empresa e outras três nas dez primeiras posições –o Google não revela quais são essas melhorias.

OK, GOOGLE

A grande aposta para o futuro de interação com os dispositivos móveis e mesmo com o computador é o assistente pessoal, que deve influenciar diretamente na busca.

“Se você pensar como as coisas são feitas hoje, tudo fica muito em cima do usuário. Para planejar uma viagem, por exemplo, é o usuário que tem que pesquisar voos, ônibus, hotéis, passeios e depois juntar e organizar esses dados”, diz Berthier.

“A pergunta que a gente faz é: como podemos ajudar o usuário? Não acho que vamos dizer ‘ok, google, onde eu devo passar férias’, mas a partir do momento que o usuário decidiu o que quer fazer, o assistente pode ajudá-lo.”

A Microsoft, por exemplo, já visualiza esse futuro para o Skype, que será capaz de organizar viagens junto com a Cortana, assistente pessoal da empresa, e o uso de bots.

Segundo Berthier, o centro deve trabalhar no assistente pessoal do Google e continuar desenvolvendo tecnologias de buscas, além de criar novos projetos, especialmente agora com a equipe dobrando de tamanho.

SAÚDE

Em Belo Horizonte, um grupo de cerca de 15 engenheiros vem se dedicando a desenvolver outro aspecto do buscador do Google, o Health Search (ou busca por saúde).

Ao digitar “febre zika”, por exemplo, o usuário se depara com um “painel de conhecimento” com as principais informações sobre a doença, como sintomas.

A ideia é organizar a informação de saúde e torná-la universalmente acessível e útil, em uma tentativa de fugir da experiência tradicional de buscas sobre doenças na internet, que passam a sensação de que tudo acabará em câncer ou morte iminente.

Para isso, a companhia montou um banco de dados usando aprendizado de máquinas. As informações encontradas foram revisadas por médicos e publicadas em parceria com hospitais –no caso do Brasil, o escolhido foi o Albert Einstein– excluindo informações de outros hospitais, ou que fogem da medicina tradicional.

Segundo Frederico Quintão, gerente do recurso, nada impede que apareça “acupuntura” na aba de tratamentos (por enquanto só disponível nos EUA), desde que seja um tratamento referendado por órgãos governamentais e hospitais usados como fontes.

Atualmente são mais de 400 doenças catalogadas, que representam 80% das doenças mais buscadas pelos internautas.

Fonte: Folha de São Paulo

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Conheça o Google Data Center neste vídeo tour em 360º

A equipe da Google Cloud Platform fez um vídeo tour em 360º para apresentar o centro de dados da Google (Data Center). No vídeo, é explicado como funciona a segurança do local, a atenção e procedimento com os dados e os esforços da empresa para tornar o centro mais eficiente.

Por ser em 360 graus, o vídeo permite que o usuário “controle” a imagem, clicando e arrastando com o mouse para visualizar diferentes ângulos da cena. Ao ser visualizado em um dispositivo móvel (algo que a empresa recomenda), basta inclinar o aparelho para ver uma parte diferente da imagem. Veja o vídeo abaixo:

Segundo o vídeo, a maioria dos funcionários do Google não tem acesso àquele edifício. Ele contém, além dos servidores, toda a infraestrutura responsável por manter os sistemas ativos. Essa infraestrutura é desenhada de forma a ser completamente “redundante”: mesmo que uma fonte de energia falhe, há outra capaz de substituí-la imediatamente.

Para ter acesso a essa infraestrutura, é necessário passar por um controle de segurança que envolve um escaneamento de íris. De acordo com o vídeo, boa parte da infraestrutura dos servidores é feita sob medida, pelo próprio Google, para funcionar da melhor maneira possível. Um único edifício como o mostrado no vídeo é capaz de sustentar 75 mil máquinas, e transmitir, no total, mais de um petabit (um quatrilhão de bits) por segundo.

Além de ser interessante e informativo, o vídeo também parece funcionar como uma forma de divulgação para os serviços de nuvem do Google. A empresa vem buscando espaço nesse mercado, concorrendo com gigantes como Amazon e Microsoft, e conquistando clientes como a Apple.

Fonte: Olhar Digital

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DIGA NÃO à Redução da Velocidade da Banda Larga

DIGA NÃO à Redução da Velocidade da Banda Larga!
Apoie este Abaixo-Assinado. Assine e divulgue. O seu apoio é muito importante.

Não é de hoje que sofremos com o péssimo serviço que nos é ofertado nas operadoras de internet banda larga brasileiras. Temos a pior e mais cara internet do mundo. Assinamos pacotes em que nem 50% do serviço contratado nos é entregue. Somos o 73º país em termo de qualidade de internet no mundo segundo a Akamai (empresa especializada em internet). Nossa internet é abaixo do nível mundial, perdemos até para países como a Índia e a Coreía do Norte além de ser uma com as piores ofertas de serviço.

As operadoras de internet como a Vivo, Net, OI, etc são os recordistas em reclamações no site Reclame Aqui e mesmo assim anunciam que irão passar a cobrar o consumo máximo de dados sob pena de termos nossa internet cortada e/ou reduzida a valores ínfimos que não garantem o acesso a quase nenhum serviço que utilizamos no nosso dia-a-dia. Tal medida VETA o acesso à rede e é uma afronta ao texto do Marco Civil onde defende o livre acesso à internet.

Tudo isso é feito notoriamente para que essas operadoras recuperem o prejuízo de perderem seus clientes da falida TV por assinatura para serviços de Stream (Youtube, Netflix, etc). Forçando essas pessoas a assinarem planos adicionais e combos cada vez mais caros.

Apesar dessa redução estar presente nos contratos, ao assiná-los TODOS os vendedores até então são enfáticos em dizer a todos novos clientes que tal cláusula é meramente ilustrativa. Porém agora querem nos cobrar por um serviço de péssima qualidade sem nem uma garantia de que irão medir de forma correta/honesta o gasto dos dados. Como se pudéssemos acreditar apenas quando eles afirmarem que nosso limite fora alcançado.

Assine a petição através deste link: Petição Pública

Fonte: Site Petição Pública

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