Autoradmin

Home/Artigos Postados Por admin (Page 3)

5G: tudo que já sabemos e que você precisa saber

Ainda é cedo, mas a data está definida. Recentemente, a União Internacional de Telecomunicações, um órgão da ONU, definiu que a quinta geração da internet móvel precisa ter um padrão comercializável até 2020; daqui a cinco anos. A primeira reunião oficial para definir os padrões do 5G está agendada para o dia 15 de setembro no 3GPP, órgão que padroniza as tecnologias de comunicação móvel. Nesses próximos cinco anos, a indústria deve investir quatro trilhões de dólares na tecnologia – Coreia do Sul, Estados Unidos, Europa e Japão estão à frente dessas pesquisas.

Mesmo antes de ter um padrão definido, o 5G já é bastante promissor e deve definitivamente transformar a Terra em um planeta conectado. Parece exagero, mas daqui a pouco você vai concordar. O 3G e o 4G também são padrões de banda larga móvel; a diferença é que até hoje o alvo dessas conexão eram basicamente nós, seres humanos. Agora este cenário começa a mudar; especialmente com a chegada de vez da “Internet das Coisas”. Com o 5G, a ideia é criar uma rede capaz de oferecer cobertura confiável a bilhões de dispositivos: a previsão é que tenhamos 665 bilhões de dispositivos conectados nos próximos cinco anos.

As principais diferenças do 5G em relação ao 4G estão relacionadas à escalabilidade, disponibilidade, latência e, claro, velocidade. Testes mostram que o 5G terá capacidade de transmitir dados a até 20 gigabits por segundo; velocidade suficiente para baixar um filme em altíssima definição em poucos segundos. Para você ter uma ideia, hoje, a conexão de internet mais rápida oferecida aos consumidores brasileiros é de 500 giga. Não é nem 10% da velocidade que 5G vai trazer para nossos smartphones. No início do ano, em Barcelona, na Mobile World Congress – o maior evento de mobilidade do mundo – vimos pela primeira vez testes com velocidade de até 10 gigabits por segundo.

Mas especialistas afirmam que não vamos ter que esperar tanto para ter altíssimas velocidades de conexão nos nossos dispositivos móveis. O 4G está evoluindo e deve, em breve, atingir o patamar de 450 megabits por segundo e, em um futuro não muito distante, chegar à casa do 1 gigabit por segundo.

Além de uma capacidade de alcance e cobertura superior ao 4G, as novas estruturas do 5G devem permitir atingir latência de apenas um milissegundo. Traduzindo: latência é, grosso modo, o tempo entre você clicar em algo no seu smartphone, esse comando chegar a um servidor e a resposta desse servidor chegar de volta para você. Com uma latência tão baixa, vamos ter respostas imediatas em equipamentos conectados; algo fundamental para, por exemplo, os carros autônomos…

A arquitetura da rede do 5G terá algumas peculiaridades para poder oferecer total disponibilidade e cobertura.

E o Brasil, como fica nessa história? Para aproveitar a nova tecnologia é preciso se antecipar – o que, todos nós sabemos, não é muito típico por aqui. Mas sabendo que o 5G chegará em 2020 e trará outra realidade para os seres humanos e até um novo cenário para a economia, teríamos que começar a nos preparar a partir de hoje. Discutir regulamentação, licenças, equipamentos e tudo que envolve o 5G. As previsões são otimistas. Ainda que o Brasil tenha um atraso em relação à disponibilidade e adoção do 4G; por outro lado, esse atraso já é menor do que foi na época do 3G.

Fonte: Olhar Digital

Leia Mais

O que é realidade aumentada, chave do sucesso de Pokémon Go

Pokémon Go é o jogo mais sofisticado criado pela Nintendo para smartphones e já é uma febre em todo o mundo. A chave do sucesso do aplicativo é combinar a geolocalização com a realidade aumentada, que é diferente da realidade virtual.

Enquanto a realidade virtual coloca o usuário em um local totalmente fictício, a realidade aumentada visa unir, em tempo real, os mundos real e virtual por meio de um software.

Basicamente, o jogo funciona por meio da câmera, que coloca, na imagem que você vê através dela, criaturas que não estão lá – como um Pokémon. Para efeito de comparação, vale a menção do Snapchat, que põe sobre os rostos dos usuários acessórios virtuais.

Apesar do entusiasmo sobre a tecnologia desde a década de 1930, a realidade aumentada começou a ser usada em 1962, quando foram implementados paineis inteligentes em aviões de guerra, que mostravam informações sobre a aeronave no próprio vidro dianteiro, de maneira a evitar que o piloto desviasse o olhar do seu percurso. Outro exemplo mais simples de realidade aumentada são as etiquetas, que têm um código de duas dimensões para ser analisado por um software, como um QR Code.

O termo, em si, é usado desde 1990, quando o pesquisador da Boeing, Tom Caudell, o utilizou para descrever um display usado por engenheiros que misturava gráficos virtuais com a realidade.

Desde os anos 1960, ela já foi usada por diversas empresas. Os casos mais recentes e populares são o Google Glass e vários outros aplicativos para smartphones, como é o caso do game chamado Ingress. No entanto, nenhum outro produto ou app teve adesão tão grande e tão rápida de usuários globalmente.

O Pokémon Go foi tão bem-sucedido na tarefa de cativar donos de smartphones Android e iOS a ter a experiência de capturar monstrinhos no mundo real que Niantic (responsável pelo desenvolvimento do game) anunciou estar com problemas em seus servidores e suspendeu o lançamento do game em outros mercado, como o Brasil. O plano inicial era lançar o jogo nas próximas semanas por aqui.

A Nintendo e a Niantic realizaram dois trabalhos que levaram meses desde que o app foi anunciado: criar visuais de Pokémon tridimensionais e colocá-los em pontos específicos em um elaborado sistema de mapas.

Combinando as duas ferramentas de software, foi possível colocar os monstrinhos em pontos do mapa. Por enquanto, só é possível capturá-los com Pokébolas virtuais. Ainda não há como batalhar contra os pokémons dos seus amigos – ao estilo Yu-Gi-Oh.

A parte dos mapas de Pokémon Go foi feita com a tecnologia e a expertise da Niantic. Seu CEO, John Hanke, é um veterano do Google e um dos responsáveis pela fundação da Keyhole, a empresa comprada pelo gigante das buscas online para dar início ao Google Earth.

Por conta disso e pelo fato de Hanke ter ao seu redor vários profissionais que já trabalharam no Google Maps, Pokémon Go tem uma tecnologia de geolocalização de alta precisão.

Outra parte do trabalho conjunto de realidade aumentada e localização foi decidir onde cada tipo de Pokémon deveria aparecer. Em uma entrevista ao Mashable, Hanke disse que levou em conta dos tipos (água, pedra, grama, etc) para determinar o local em que cada monstrinho aparece. Por exemplo, um Squirtle, um Pokémon tartaruga, pode ser encontrado perto de um rio ou riacho.

Apesar da tecnologia de realidade aumentada ainda estar em desenvolvimento dentro da Niantic, seu CEO acredita na possibilidade de jogos e aplicativos funcionando em conjunto com óculos especiais.

“Muitos desses sistemas provavelmente irão funcionar bem dentro de ambientes fechados a princípio. Mas certamente, dentro de uma década, vamos ver algum tipo de dispositivo visual imersivo que você poderá usar dentro ou fora de casa para jogar games como Pokémon Go e ver Pokémon em um contexto tridimensional”, declarou Hanke.

Veja o vídeo de divulgação de Pokémon Go a seguir.

Fonte: Exame.

Leia Mais

Facebook inicia adoção de ‘conversas secretas’ no Messenger

O Facebook anunciou que usuários começaram a receber a opção de “conversas secretas” pelo aplicativo para celular do Messenger. A opção ativa a criptografia nas conversas nos mesmos moldes e com a mesma tecnologia do WhatsApp, que pertence ao Facebook. Porém, diferente do WhatsApp, o recurso não está ativado por padrão em todas as conversas do Messenger.

A criptografia tem por objetivo impedir que mensagens interceptadas possam ser lidas pelo interceptador. A criptografia dificulta a atuação de criminosos, mas também impõe um grande obstáculo à polícia. Como as chaves necessárias para decodificar a conversa ficam só no celular, as autoridades não podem solicitar as mensagens armazenadas pelo Facebook – a versão da mensagem que a rede social possui está embaralhada e ilegível.

O diretor de segurança do Facebook, Alex Stamos, publicou no Twitter algumas explicações para o recurso de segurança do Messenger não estar ativado por padrão. Um dos problemas é a compatibilidade entre dispositivos. Uma vez que a conversa secreta for iniciada no celular, ela fica ilegível no computador, no tablet e em qualquer outro dispositivo no qual o Facebook for acessado.

A tecnologia ainda tem outras limitações, como a incompatibilidade com conversas de voz e vídeo. Além disso, o recurso de busca não consegue encontrar mensagens que foram trocadas em uma “conversa secreta”.

Por causa disso, explicou Stamos, não faz sentido que a criptografia seja ativada por padrão no Facebook Messenger nesse momento.

Para iniciar uma conversa secreta, é preciso abrir as opções do contato no aplicativo e procurar a opção lá. Porém, o recurso não está disponível para todos os usuários. O Facebook não informou um cronograma para a disponibilidade do recurso.

 

Conversas secretas no Facebook Messenger têm cor diferente e cadeado na foto do contato. (Foto: Divulgação/Facebook)

Com a novidade, a usabilidade do Facebook Messenger fica parecida com a do Telegram, cuja criptografia também só é ativada quando o usuário abre um “chat secreto”.

A inclusão de criptografia ponta-a-ponta no Messenger também isola o Google, que ainda não tem oferta semelhante. O mensageiro Allo, que deve ter criptografia, ainda não foi lançado. A extensão “End to End” para o Chrome, que deveria adicionar recursos de criptografia ao Gmail, foi prometida em 2014 e ainda não está pronta.

Fonte: G1.

Leia Mais

Snapchat lança nova função para salvar fotos e vídeos

Snapchat anunciou um novo recurso que permite aos usuários salvar e compartilhar conteúdo, uma grande mudança para o popular aplicativo de mensagens sociais amplamente usado para envio de fotos e vídeos que desaparecem em um dia.

O novo recurso, chamado “Memories”, é um álbum dentro do aplicativo no qual usuários podem salvar fotos e vídeos que podem ser enviados posteriormente para o “Story”, um slide show que desaparece após 24 horas.

Até agora, as fotos e vídeos devem ser imediatamente enviados após terem sido registrados. O movimento pode sinalizar que o Snapchat, conhecido por seu imediatismo, espontaneidade e simplicidade, está querendo no mercado das redes sociais mais populares, como o Facebook.

Nos últimos anos, o Snapchat acrescentou publicidade e conteúdos patrocinados e a avaliação da empresa subiu para cerca de 18 bilhões de dólares. Sua base de usuários também ficou mais velha, com cerca de 40 por cento dos usuários agora com idades entre 25-34 nos Estados Unidos. Cerca de 14 por cento dos usuários têm mais de 35 anos, de acordo com o medidor digital de comScore.

“É divertido encontrar imagens velhas para celebrar um aniversário ou uma data especial e reuni-las para formar uma nova história “, disse Snapchat em seu blog nesta quarta-feira.

O Snapchat tem 150 milhões de usuários diários, de acordo com um relatório da Bloomberg no mês passado, superando Twitter, que tem menos de 140 milhões de usuários diários.

Fonte: Exame.

Leia Mais

Twitter começa a transmitir eventos esportivos ao vivo

O Twitter está transmitindo ao vivo o torneio de tênis de Wimbledon, que vai até o dia 10 de julho de 2016. A transmissão pode ser assistida na própria rede social, tanto em PCs quanto em dispositivos móveis, por meio deste link.

A ferramenta de transmissão ao vivo do Twitter permite que o usuário assista às partidas, silencie o som (as partidas têm comentários em inglês) ou pause a transmissão. Ainda não é possível voltar a um ponto anterior do vídeo.

Em outros aspectos, o design da plataforma é semelhante ao de outros sites de transmissão ao vivo, como o Youtube ou o Twitch. No lado direito, é possível ver todos os tweets que estão sendo escritos com as hashtags associadas ao evento.

Esse recurso funciona de maneira semelhante aos chats dos outros serviços. Conforme o The Next Web nota, ainda não é possível “filtrar” os tweets para que apenas mensagens de pessoas que você segue atualmente apareçam. Ainda assim, as mensagens no canto direito ajudam a dar uma ideia do que as pessoas estão achando da transmissão.

Trata-se da primeira vez que a rede social transmite eventos esportivos ao vivo. Essa medida parece ser uma forma de não deixar o Facebook sair na frente com relação à transmissão ao vivo de esportes: a rede de Mark Zuckerberg já realizou uma transmissão ao vivo de um jogo de futebol, com resultados bastante positivos.

Fonte: Olhar Digital.

Leia Mais

Unicef quer usar o WhatsApp para identificar refugiados

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) aposta em transformar novas tecnologias em uma “solução humana”. Uma das ideias é usar o WhatsApp para identificar refugiados.

“Um dos grandes problemas enfrentados constantemente pelos refugiados são os processos de identificação em cada país a que eles chegam”, explicou o cofundador da Unidade de Inovação do Unicef, o norte-americano Christopher Fabian.

O diretor do Unicef propõe que os números de telefone usados pelos refugiados para se cadastrar no WhatsApp sejam uma forma de identificá-los, já que o aplicativo é utilizado por grande parte deles para entrar em contato com amigos e familiares nos países de origem.

Fabian faz parte da Unidade de Inovação desde 2007, quando a cruiy junto da japonesa Erica Kochi. Atualmente, ela é formada por um grupo interdisciplinar de pessoas no mundo todo.

Ao longo dos últimos anos, a equipe de Fabian desenvolveu diferentes tecnologias, como o U-Report e o Digital Drum.

O U-Report é uma plataforma de mensagens gratuita que os jovens de diversos países podem usar para dar sua opinião e se manter informados sobre diversos temas com telefones que não precisam estar conectados a internet. O sistema já tem mais de 2,1 milhões de usuários ativos em cerca de 20 países, segundo a ONU.

Já o Digital Drum, um projeto escolhido pela revista “Time” como uma das 50 melhores invenções de 2011, é um protótipo de ensino digital que lembra um computador e que usa a tecnologia para promover a educação e o acesso à aprendizagem.

Fonte: G1.

Leia Mais

Uber da saúde revoluciona com médicos que vão à sua casa

O Docway, um aplicativo lançado ano passado em Curitiba e que acaba de chegar a São Paulo, permite que se chame um médico com a mesma facilidade de pedir um táxi.

Para usar, basta baixar o aplicativo (disponível para Android e IOS), cadastrar-se, encontrar um médico da especialidade (e do preço) desejada(o) e agendar a consulta.

Em caso de emergência, o usuário não escolhe o médico, mas o aplicativo garante que um especialista vai bater na sua porta em no máximo três horas (nesse caso o preço é fixo: 200 reais).

“Além de ser muito prático, a gente acredita que o sistema serve para resgatar o contato humano entre médicos e pacientes, renovando a tradição de visitas domiciliares”, diz Fábio Tiepolo, CEO da Docway.

Por enquanto, há cerca de de mil médicos cadastrados. Cada um deles define o tamanho da área na qual atua na cidade, o preço da consulta e disponibiliza sua agenda. Marcar consulta é muito simples.

O pagamento é feito pelo próprio aplicativo – por cartão de crédito – e, se o paciente tiver plano de saúde, pode pedir reembolso.

O Docway é especialmente útil para encontrar médicos de família, pediatras, clínicos gerais e obstetras – especialidades que se beneficiam mais do atendimento domiciliar.

Ao final de cada consulta, o paciente avalia o médico – mas, infelizmente, essas avaliações não ficam disponíveis para os próximos usuários.

“O Conselho Federal de Medicina proíbe que se divulgue esses dados”, diz Tiepolo. “Mas nosso algoritmo favorece os médicos que fazem mais atendimentos e os mais bem avaliados – esses aparecem na frente quando alguém faz uma busca”.

O CEO garante que médicos consistentemente mal-avaliados serão descadastrados.

Tiepolo diz que o número de médicos está crescendo rápido. “Hoje o SUS paga 12 reais por uma consulta. Um plano de saúde privado paga 30. Vale muito mais a pena para um médico cobrar R$ 100 ou R$ 150 para atender alguém em casa”, diz. A Docway fica com uma fatia de 15%.

Muitos dos especialistas cadastrados são médicos jovens, que ainda não têm consultório próprio ou ligação com algum hospital. Mas há exceções.

“Outro dia conheci um médico mais velho que se cadastrou e fui conversar com ele. Ele disse que tinha nostalgia do início da carreira, logo que se formou, quando visitava pacientes em casa, era convidado para um cafezinho…”

Além de Curitiba e São Paulo, o sistema já foi lançado em Belo Horizonte e Manaus – mas já há alguns médicos cadastrados em 40 cidades diferentes.

Ainda este ano, ele irá se expandir para Goiânia, Florianópolis, Porto Alegre e Salvador. No próximo mês, algumas novidades estão previstas.

“Vamos integrar o Docway ao Uber, para que um médico possa ir à consulta de Uber, e o preço da corrida já seja automaticamente acrescido ao da consulta.”

Além disso, será possível marcar consultas de emergência, com apenas uma hora de antecedência.

Hoje o Docway agenda 200 consultas por mês – Tiepolo projeta crescer 70 vezes ainda em 2016 e chegar ao final do ano com 14 mil consultas/mês.

Fonte: Exame.

Leia Mais

Facebook testa novo layout de página parecido com o Orkut

Facebook testa novo layout de página que aproxima rede social do Orkut. (Foto: Reprodução/Facebook)Facebook testa novo layout de página que aproxima rede social do Orkut. (Foto: Reprodução/Facebook)

O Facebook começou a testar um novo layout que faz as páginas do site parecerem com o Orkut.

A mudança começou a ser percebida por donos de páginas brasileiras nesta quarta-feira (29). O Facebook confirmou ao G1 que conduz o teste. “Estamos testando um novo layout para páginas no desktop para transformar este recurso em algo mais útil para as pessoas e facilitar a interação com páginas de empresas, por meio de uma foto de capa maior e botões de ação mais proeminentes”, afirmou uma porta-voz da empresa.

Um dos que notou a mudança foi, Euller Castro, administrador da “Designers Cristãos”. Para ele, a alteração gera desconforto mas traz “mais espaço tanto para informação quanto pra imagens”. Ele também destacou as semelhanças com os perfis de usuários do Orkut, rede social encerrada em 2014 que foi líder entre os sites do gênero no Brasil até 2012.

A comparação entre as duas redes sociais é compreensível. Assim como no Orkut, a imagem de exibição da página deixa de ser sobreposta à imagem de cobertura, inexistente na rede social aposentada, e passa a ocupar a lateral esquerda. O menu de informações passa a ocupar o espaço abaixo da foto.

Até os itens indicados aproximam as duas redes. Enquanto o Facebook lista ícones para “Página Inicial”, “Fotos”, “Sobre”, “Curtidas”, “Vídeos”, “Instagram Feed”, “YouTube” e “Publicações”, o Orkut mostrava “minhas atualizações”, “scraps”, “fotos”, “vídeos”, “depoimentos”, “aniversários” e “conversas”.

As similaridades continuam. Do lado direito, o Facebook mostra as pessoas que “curtiram” a página. No Orkut, esse espaço era destinado aos amigos.

Também há diferenças. O centro do novo layout testado pelo Facebook reúne as publicações da própria página. No Orkut, esse espaço era destinado a depoimentos de conhecidos.

O Facebook não informa quando a nova aparência das páginas será implatada.

Layout dos perfis de usuários no Okut. (Foto: Reprodução/Orkut)Layout dos perfis de usuários no Okut. (Foto: Reprodução/Orkut)
Fonte: G1.
Leia Mais

Apple pode impedir que usuários fotografem e gravem shows

A Apple parece estar disposta a acabar com um dos grandes problemas de quem frequenta shows: o excesso de celulares filmando a apresentação. Uma patente registrada pela empresa permite que a câmera do iPhone seja bloqueada quando alguém tentar tirar uma foto do palco.

A tecnologia utiliza sensores infravermelhos posicionados na direção da câmera. Ao apontar o smartphone para a área marcada como “proibida”, o telefone ficaria impossibilitado de filmar ou bater fotos. O pedido foi feito em 2011 e concedido nesta terça-feira (28) pelo escritório de patentes dos Estados Unidos.

 

Sensores infravermelho posicionados no palco desabilitaria câmera do smartphone (Foto: Reprodução/USPTO)
Sensores infravermelhos posicionados no palco desabilitaria câmera do smartphone (Foto: Reprodução/USPTO)

 

Segundo o documento, o sensor infravermelho emite um sinal codificado com comandos específicos para o celular. Por sua vez, o iPhone faz a leitura desses sinais e desabilita temporariamente as funções da câmera. Além de shows ao vivo, a tecnologia poderia ser utilizada em cinemas e museus, evitando a gravação ilegal das imagens.

O recurso também poderia ter outras funcionalidades como, por exemplo, oferecer informações complementares sobre um objeto capturado pelas lentes da câmera do smartphone.

Tecnologia poderia ser usada para dar mais detalhes sobre uma obra de arte, por exemplo (Foto: Reprodução/USPTO)
Tecnologia poderia ser usada para dar mais detalhes sobre uma obra de arte, por exemplo (Foto: Reprodução/USPTO)

 

Vale ressaltar que o registro da patente não quer dizer que a Apple vai incluir a tecnologia nos próximos iPhones. No entanto, é curioso ver onde a empresa está investindo seus recursos.

Fonte: TechTudo.

Leia Mais

Nova rede social do criador do Orkut prioriza interesses em comum

_90135192_orkut

Há 12 anos, o engenheiro turco Orkut Büyükkökten ficou famoso no Brasil ao emprestar seu nome para o site que popularizou no país o conceito de mídia social. Agora, ele está de volta com uma nova – e ambiciosa – empreitada na área: a rede social Hello, que chega ao Brasil em julho.

A Hello foi apresentada oficialmente na semana passada como uma rede para fazer e manter “amizades profundas” com outras pessoas com base em interesses e paixões mútuos e onde o “medo e o ódio não têm vez”.

É a forma como o criador do Orkut acredita poder ajudar a resolver uma questão que vem afastando algumas pessoas desse tipo de serviço.

“Desde que lançamos o Orkut, as redes sociais evoluíram muito, mas nem sempre de uma forma boa. Estudos mostram que, hoje, elas deixam muita gente triste ou ansiosa”, opina Büyükkökten em entrevista à BBC Brasil.

“Uma pessoa usa o Facebook pensando na forma como quer ser percebida publicamente, interage com os outros tentando passar uma certa imagem, mas isso não é autêntico nem divertido. Queremos mudar isso e ser a próxima geração das redes sociais.”

O engenheiro dá o exemplo de um casal de amigos que está se divorciando, mas publicou recentemente um post em que pareciam bastante felizes em um piquenique no parque.

“Ao mesmo tempo, ver essa ‘vida feliz’ dos outros nos deixa com medo de estarmos perdendo algo em nossas próprias vidas. Uma rede social não pode ter esses efeitos. Ela deveria tirar o melhor das pessoas.”

Personalidade, interesses e pontos

Capturas de tela do aplicativo da rede Hello

O jeito de fazer isso, segundo ele, é gerar conexões entre as pessoas com base no que elas mais gostam. Seja entre amigos e conhecidos ou entre quem ainda não se conhece.

Ao criar seu perfil, o usuário responde a um questionário com 60 perguntas para identificar sua personalidade e depois elege os cinco assuntos que mais lhe interessam.

Há uma lista com cem possibilidades, que vão desde itens corriqueiros, como ser apaixonado por cães ou esportes, até outros mais incomuns, como gostar de nudismo, striptease ou “observar pessoas”.

Isso determina o tipo de publicações que serão vistas por um membro da rede social. As características pessoais e interesses podem ser atualizados ao longo do tempo.

O usuário ainda ganha pontos, chamados “moedas Hello”, ao gerar conteúdo próprio – texto ou fotos – e ao conquistar curtidas e comentários em seus posts.

Esses pontos podem ser acumulados – ou comprados – para elevar a categoria ou nível de um perfil, como ocorre com um personagem de videogame, ampliar o alcance de uma publicação ou ainda postar anonimamente.

Capturas de tela do aplicativo da rede Hello

Desde o Orkut, diz Büyükkökten, as redes sociais passaram por muitas mudanças – e uma das principais é a forma de acesso, que ocorre cada vez mais exclusivamente pelo celular.

Por isso, em sua segunda incursão neste universo, o engenheiro criou um serviço que não pode ser acessado por navegadores, mas só por meio do aplicativo, disponível para iOS e Android.

Concorrência

Ao mesmo tempo, ao longo dos últimos 12 anos, surgiram uma série de novas redes sociais. Haveria espaço para mais uma?

“Realmente, há uma fadiga quanto às redes sociais. As pessoas se inscrevem em diferentes serviços por diferentes motivos, e estar em tantas delas ao mesmo tempo gera um cansaço”, afirma o engenheiro.

“Não esperamos que as pessoas parem de usar as outras, mas que usem o nosso serviço cada vez mais, porque, ao atualizar suas características pessoais ao longo do tempo, isso mudará sua experiência individual, e a rede social vai evoluir com você. Não será preciso substituir um serviço por outro conforme seu estilo de vida muda.”

Raquel Recuero, pesquisadora em mídia social e professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e da Universidade Católica de Pelotas, acredita que pode haver espaço para a Hello.

“Hoje, existe um certo ranço do Facebook, que se universalizou demais. Há gerações mais novas que usam cada vez menos”, afirma a pesquisadora. “Ao mesmo tempo, nos últimos tempos, alguns malefícios ficaram mais aparentes no Brasil, como pessoas que se expuseram demais ou brigaram com a família ou amigos (por conta de postagens).”

Volta às origens e anonimato

Pessoa usando o aplicativo da rede Hello

Recuero considera “interessante” a proposta da Hello e vê nela um resgate de algumas características da primeira rede social lançada por seu criador.

“As comunidades do Orkut já eram lugares para achar pessoas com interesses em comum, mas depois seu uso foi sendo modificado pelo usuário para mostrar características pessoais suas. Também havia um aspecto de game ao poder avaliar os outros com corações para dizer se a pessoa era sexy ou com gelinhos para dizer se ela era ‘cool'”, diz Recuero.

“Pode ser uma volta à ideia original, só que melhorada. Mas, no fundo, atende uma característica fundamental do ser humano, porque adoramos encontrar pessoas que gostam do que também gostamos.”

No entanto, outras redes sociais onde usuários podiam fazer publicações sem revelar sua identidade fracassaram diante da chuva de críticas e reclamações sobre comentários ofensivos.

Recuero concorda que o anonimato pode ser um incentivo à publicação de discursos de ódio e à propagação de diversos tipos de preconceito.

“É um recurso para uma pessoa se esconder ao expressar opiniões radicais, e isso pode ser perigoso, mas tudo depende da forma como esse recurso será usado”, diz a pesquisadora.

Büyükkökten diz não estar preocupado com isso. “Sem ter uma opção para expressar uma opinião impopular sem medo de represália, os usuários acabam criando outras contas com identidades falsas que entopem o sistema”, afirma.

“Se posts anônimos tiverem agressões ou mensagens de ódio, a comunidade pode denunciá-lo para impedir que se propague. Isso reduz a reputação de quem publica e afeta como o conteúdo postado por essa pessoa será distribuído no futuro.”

Brasileiros e redes sociais

A nova rede social já está disponível em cinco países de língua inglesa – Estados Unidos, Canadá, Nova Zelândia, Austrália, Irlanda e Reino Unido.

Em breve, chegará a outros países (e em outros idiomas), como França, Alemanha, México e também no Brasil, onde será lançada no próximo mês, segundo seu criador, e não em agosto, como indicado no site da rede social.

“Isso exige um esforço muito grande, porque existem centenas de milhares de verbos e expressões em cada língua, e queremos garantir que temos a melhor tradução possível.”

Büyükkökten diz ter ficado “honrado” com a repercussão entre os brasileiros do lançamento de sua nova rede social nos país, que consta com frequência nas listas dos que mais usam redes sociais no mundo.

“A cultura brasileira é por si própria muito social , então, acho que é por causa disso que há uma alta adoção desse tipo de site pelos brasileiros. Não vamos decepcionar vocês.”

Fonte: BBC Brasil.

Leia Mais

Facebook vai priorizar post de amigo e familiar

Sabe aquela foto do aniversário do seu primo que você vê no Facebook três dias após as velinhas terem sido sopradas? Isso deve deixar de ocorrer, porque a rede social começa a partir desta quarta-feira (29) a priorizar a exibição de publicações como essa no Feed de Notícias, o repositório de posts do site.

O Facebook inicia uma mudança no ranqueamento das publicações, para exibir no topo o que amigos e familiares compartilham e depois o que é produzido por páginas. A mudança chegará a todos os 1,6 bilhão de usuários e será concluída dentro de alguns meses.

“No contexto em que vemos que outros usuários [páginas de marcas e personalidades] estão publicando cada vez mais no Facebook, queremos assegurar que amigos e familiares ainda são a peça chave da experiência”, afirmou ao G1 Adam Mosseri, vice-presidente de produto do Facebook. Apesar de afetar o que os usuários veem, a alteração ocorrerá no sistema que move o Facebook, ou seja, no algoritmo que seleciona as publicações a serem exibidas.

Grau de interesse
A ordem do que vai parar no Feed de Notícias é definida com base em um “score de relevância”. Ele é um índice que leva em conta as características das postagens que mais surtem efeito com cada usuário para tentar replicar esse sucesso. São levados em conta detalhes como o autor da publicação, a forma (texto, imagem ou vídeo), o horário, a quantidade dos comentários recebidos e seus autores, além da data (antiga ou atual?).

“Nós olhamos todas essas histórias e tentamos estimar ou adivinhar quais delas vão interessar a você”, explica. “Tentamos prever de quais publicações você vai gostar, em quais delas você vai querer comentar, quais delas você vai querer compartilhar.”

Se ficou difícil de entender, Mosseri explica: “Se eu gosto dos posts do meu irmão e ‘curto’ tudo que ele publica, nós vamos assumir que é mais provável que você curta outra publicação do seu irmão quando ela surgir no seu Feed de Notícias”.

Amigos e familiares primeiro
A partir de agora, as publicações de amigos e familiares terão maior peso quando o “score de relevância” estiver decidindo o que será exibido primeiro.

A rede social promove essa mudança de curso para que os usuários não tenham que rolar muito a página até começar a ver o que seus conhecidos andam compartilhando. “Conectar as pessoas a seus amigos e familiares é a proposição mais valiosa, sob a qual a companhia foi construída.”

Informação e entretenimento
O Facebook também definiu ainda que as publicações com maior peso no Feed, depois das de pessoas próximas, serão as informativas. “As pessoas gostam de aprender coisas no Facebook, pode ser por uma notícia ou por uma reportagem.”

Publicações de entretenimento também terão seu valor, mas menor que as noticiosas. “Nós sabemos que as pessoas vêm ao Facebook para se divertir, para ver um vídeo engraçado, para rir de algo”, comenta Mosseri.

Ao detalhar como funciona o ranqueamento de postagens, o Facebook reforça que não tende a indicar artigos de um determinado viés político, suspeita levantada pelo site “Gizmodo”. Ex-funcionários da rede social disseram que a lista de tendências da rede social suprimia histórias conservadoras. Segundo a rede social, a listagem de posts populares assim como o ranqueamento é feita com base no que o usuário costuma querer ver. “Essa mudança é feita para que as pessoas passem a ler mais histórias de seus amigos, a ter acesso a conteúdos em que estão mais interessadas”, diz o gerente.

O Facebook nega ainda que a mudança seja uma resposta à queda nas postagens pessoais. Segundo o site “The Intercept”, o número de publicações de usuários comuns caiu a uma taxa de dois dígitos em 2015 – isso seria o motivo para a empresa apostar tanto nos vídeos ao vivo, que recebem mais comentários e “curtidas” do que as outras publicações na rede social. “Compartilhar no Facebook ainda é estável e saudável”, afirmou Mosseri.

Publicadores em baixa
A rede social avalia que a alteração de prioridade será um baque para publicadores que usem o site como plataforma de distribuição de conteúdo. “Antes de introduzir uma mudanças dessas, o Facebook sempre considera seu efeito sobre o ecossistema”, comenta Mosseri. “A gente espera que os publicadores percebam uma queda no alcance das páginas e no ‘referal’ [compartilhamento de um post de uma página feito por outra pessoa]. Essas mudanças podem variar de publicador para publicador.”

A saída para donos de páginas será esperar que as pessoas espalhem seus conteúdos. “Se eu compartilho o link de uma página de publicador, isso é considerado como o post de um amigo e tende a ir melhor. Quanto mais os publicadores confiarem no compartilhamento de seu conteúdo pelas pessoas, menos eles serão afetados por essas mudanças.”

Fonte: G1.

Leia Mais

Apple apresenta iOS 10 com uma tonelada de novidades para iPhone e iPad

O iOS 10 será disponibilizado em Beta público a partir de julho, mas uma versão preliminar já começa a ser liberada nesta segunda-feira (13) a desenvolvedores.

Novo sistema do iPhone, o iOS 10 foi revelado nesta segunda-feira, durante a conferência anual da Apple para desenvolvedores (WWDC, na sigla em inglês), em San Francisco (EUA). Entre as novidades está uma nova tela de desbloqueio, a Siri mais esperta – inclusive com o WhatsApp –, a troca de mensagens com mais personalização, um teclado que muda de idioma automaticamente e um aplicativo de fotos que reconhece viagens, pessoas e datas especiais.

Notificações e 3D Touch

A primeira nova função está logo na tela de notificações. O iPhone irá mostrar alertas na tela de bloqueio, similar a modelos com Android da Motorola: ao levantar o aparelho, o display mostrará avisos recentes expansíveis com 3D Touch, sem precisar abrir os apps em si.

Siri mais esperta

Até agora, a assistente virtual Siri funcionava de maneira inteligente somente com serviços fornecidos pela própria Apple. Com o anúncio da abertura da Siri para aplicativos de terceiros, qualquer programador poderá ajustar um app de iPhone para que seja compatível com a Siri. Num dos exemplos durante a WWDC, a assistente virtual foi capaz de compreender quando o representante da Apple pediu – por meio de comando de voz – que ela respondesse a um amigo diretamente no WeChat, um rival do WhatsApp.

Segundo o vice-presidente de engenharia de software, Craig Federighi, a Siri é capaz de reconhecer mais de quatro maneiras diferentes de formular aquele comando. A integração com o WhatsApp também foi confirmada.

Fotos

O aplicativo de fotos oficial da Apple para iPhone também traz novidades. Uma nova seção Memórias irá reunir fotos e vídeos capturados em um determinado local para criar álbuns automáticos, sem requerer a interação manual do usuário.

Apple Maps

O Apple Maps recebeu uma atualização que muda o design e adiciona funções que tornam o aplicativo mais proativo. Dependendo da localização do usuário, é possível obter uma tela com locais interessantes ao redor. No modo de navegação, o Maps irá rotacionar a tela sozinho na medida em que o usuário percorre um caminho pré-definido.

Apple Muscic

O aplicativo de música da Apple tem um novo visual que promete ser mais intuitivo. A interface ganhou organização de conteúdo similar a concorrentes como o Spotify, com separação clara entre faixas, artistas, álbuns, playlists e músicas baixadas.

Compatibilidade

O iOS 10 será liberado como uma atualização grátis para os modelos de celular desde o iPhone 5, de 2012. Ele vai funcionar, portanto, com iPhone 5C, iPhone 5S, iPhone SE, iPhone 6, iPhone 6 Plus, iPhone 6S e iPhone 6S Plus. Também será compatível com modelos de iPad e iPod Touch.

Fonte: Techtudo e Tudo Celular

Leia Mais
Me chame no Whatsapp Agora!